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janeiro 19, 2008
by Juliana Garcia Sales
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Quindão na Fábrica de Chocolate

Meus queridos,

Ontem, no programa do Daniel Bork na Band, o Receita Minuto, foi apresentada uma receita de quindão, prontamente executada na Fábrica de Chocolate (a saber, minha casa). E não é que não saiu no site dele a receita?

Quindão
Foto tirada com meu humilde Z530i

Segue a completa, é bem fácil:

  • 18 gemas peneiradas
  • 500 g de açúcar
  • 2 vidros de leite de coco
  • 1 colher de sopa de margarina sem sal
  • 2 pacotinhos de coco ralado seco

Bata as gemas e o açúcar no liquidificador. Acrescente o restante dos ingredientes e continue batendo.

Unte a forma com margarina e polvilhe açúcar.

Coloque a mistura no forno em banho-maria com água fria (importante!). Deixe a 200ºC por 40 min.

Desenforme depois que esfriar e tá pronto seu quindão! Coma gelado.

UPDATE! 21/01/2008

Puseram a receita no site, mas veja como o nosso está mais gato!

janeiro 18, 2008
by Juliana Garcia Sales
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A morte

Meus queridos,

Nessa onda de web 2.0, sites cheios de Ajax, mídias sociais e essas coisas todas, o único site com assuntos ligados a astrologia e oráculos é o personare.com.br. E o site é bom mesmo, traz horóscopo personalizado (e relevante), mapas simplificados gratuitos, runas e outros serviços. Mas comento sobre o site depois.

Hoje, usei o Tarot do Dia. E tirei a carta que eu mais gosto. Coincidentemente, tinha dito isso ontem à minha mãe.

Essa carta é 13 – a morte. No Personare é usado o nome “O Ceifador” para essa carta, mas gosto mesmo de chamá-la de “A Morte”.


imagem da lâmina “13 Death” do “Enchanted Tarot” – “Saint Martins Press” (USA)
Fonte: Trionfi.com (http://trionfi.com/m/d0.php?decknr=2449)

A Morte (mesmo este nome) carrega significados muito fortes e bonitos. Significa que a lágrima que teima em cair alimentará um solo onde brotarão novas coisas. Significa o sofrimento necessário para a compreensão. A eliminação do que não serve para a abertura de um novo caminho. Flores e luz.

Tudo a ver com este momento que vivo agora.

janeiro 18, 2008
by Juliana Garcia Sales
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Aventura gastronômica solitária 001

Meus queridos, às vezes acontece aquela situação típica da vida de solteiro que é:

  • sozinho em casa
  • geladeira quase vazia
  • fome do cão

Solução deste problema: ligar pra pizzaria, certo?

Não faça isso com você mesmo, tente fazer algo com as próprias mãos e utilizando os recursos disponíveis. Você se descobrirá numa bela aventura gastronômica solitária, em que poderá ousar e fazer misturas improváveis sem ninguém pra censurar.

Agora contarei uma das minhas últimas aventuras:

Sanduíche de atum com manga

Uma bela aventura oriental, com raios iluminados tropicais.

Ingredientes:

  • 1 pão sírio (pita)
  • meia lata de atum sólido
  • uma colher de chá de maionese (é bem pouco mesmo)
  • molho shoyu a gosto
  • meia manga (aquela macia de mastigar, não a de fiapinhos, deve ser a haden) bem doce
  • um prato fundo e muito guardanapo

O preparo é simples e rápido. Corte a manga em lascas finas e longas; se quiser, faça suco com a metade da manga que sobrou. Ou deixe pro próximo sanduíche, porque você vai gostar.

Abra o pão sírio, não tem problema se rasgar. Passe a merreca de maionese nas duas partes do pão. Coloque o atum até ficar cheio, não deve passar de meia lata. Coloque com um pouco do óleo.

Disponha as fatias de manga sobre o atum e jogue o shoyu. A manga vai absorver o shoyu e vai equilibrar o sabor com o atum.

Esse sanduíche fica bem salgado e com um fundinho doce.

Dica 1: Se quiser, jogue um pouco de pimenta do reino sobre o atum. Dica 2: apesar de cebola em geral ser a parceria perfeita para o atum, não casa bem com esse sanduíche! A consistência da cebola é muito dura, e esse sanduíche é mole e frágil!

Agora coma rápido antes que o sanduíche se auto-destrua!

janeiro 17, 2008
by Juliana Garcia Sales
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Minha casa

Queridos amigos! Depois de um tempo pensando e muito tempo de domínio registrado, abro as portas da minha casa cibernética.

Tenho deixado vários rastros net afora, mas essa é a primeira vez que tento arrumar tudo debaixo desse teto.

E a minha intenção aqui é justamente fazer desta casa a extensão da minha vida, a ‘first life’.

Sejam muito bem vindos!